Assistam a entrevista de um grande amigo: Fábio Porcel Marcatto.
Fábio é empresário, criador da empresa Axis Focus e coordenador do Nucleo de Jovens Empreendedores de São Bernardo do Campo.
Neste vídeo você ainda pode acompanhar a entrevista com Regina Socolowski diretora da faculdade Esags-Fgv e Madalena Fonseca diretora acadêmica do grupo Strong.
A entrevista aborda temas como: Empreendedorismo, Graduação, Pós Graduação e MBA.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Por onde seguir: Segunda graduação ou pós-graduação.
Chega certo momento de nossa vida acadêmica que temos que optar por três caminhos continuar em um curso que seja abrangente, se especializar ou parar. E este momento geralmente acontece quando se chega ao final da primeira graduação.
Para alguns alunos a segunda graduação amplia as possibilidades no mercado de trabalho, a falta de vagas em alguns cursos leva os alunos a buscarem novas graduações com um foco totalmente diferente.
De acordo com a professora do departamento de Psicologia do Programa de Pós-graduação da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Duce Helena Penna Soares, o aluno acredita sempre que a escolha que faz é a melhor para ele. "Não tem como avaliar o que é correto. No entanto, cabe ao candidato ter firmeza no que deseja para sua carreira, se é se especializar ou mudar de profissão", Na opinião dela, a segunda graduação é bem-vinda quando a atual profissão não faz mais sentido. "Quando o gosto pela carreira não agrada, o melhor é entrar numa outra graduação. Entretanto, se houver a possibilidade de fazer carreiras correlatas como em Comunicação, Saúde ou Administração, existem maneiras de aproveitar o que já foi feito e aprender coisas novas", complementa a professora.

Porém o fato de optar por uma segunda graduação pode trazer vivências e conhecimentos parecidos ao aluno, o que pode ser desmotivador, por ele já ter presenciado esse grau de amadurecimento intelectual, após os quatro ou cinco anos da primeira graduação o nível de maturidade é elevado, já numa pós-graduação os temas debatidos em sala e a vivencia de cada aluno em particular trás elementos novos ao ambiente educacional.
Segundo alguns especialistas, duas formações acadêmicas são consideradas um atributo a mais no currículo. Num processo seletivo, o candidato será analisado em que circunstâncias optou por outro curso ou especialização. Ambos são considerados diferenciais.
Ressalto que atualmente alguns alunos terminam a primeira graduação com 21 anos como é o meu caso, especialistas em ensino e alguns professores avaliam que uma idade interessante para se iniciar uma pós é a partir dos 25 anos, o que abre margem para uma nova graduação ou até mesmo é um período que pode ser utilizado para sejam feitas viagens internacionais e intercâmbios, para que o domínio de outros idiomas seja aprimorado.
Por: Alexandre Coutinho
Para alguns alunos a segunda graduação amplia as possibilidades no mercado de trabalho, a falta de vagas em alguns cursos leva os alunos a buscarem novas graduações com um foco totalmente diferente.
De acordo com a professora do departamento de Psicologia do Programa de Pós-graduação da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Duce Helena Penna Soares, o aluno acredita sempre que a escolha que faz é a melhor para ele. "Não tem como avaliar o que é correto. No entanto, cabe ao candidato ter firmeza no que deseja para sua carreira, se é se especializar ou mudar de profissão", Na opinião dela, a segunda graduação é bem-vinda quando a atual profissão não faz mais sentido. "Quando o gosto pela carreira não agrada, o melhor é entrar numa outra graduação. Entretanto, se houver a possibilidade de fazer carreiras correlatas como em Comunicação, Saúde ou Administração, existem maneiras de aproveitar o que já foi feito e aprender coisas novas", complementa a professora.

Porém o fato de optar por uma segunda graduação pode trazer vivências e conhecimentos parecidos ao aluno, o que pode ser desmotivador, por ele já ter presenciado esse grau de amadurecimento intelectual, após os quatro ou cinco anos da primeira graduação o nível de maturidade é elevado, já numa pós-graduação os temas debatidos em sala e a vivencia de cada aluno em particular trás elementos novos ao ambiente educacional.
Segundo alguns especialistas, duas formações acadêmicas são consideradas um atributo a mais no currículo. Num processo seletivo, o candidato será analisado em que circunstâncias optou por outro curso ou especialização. Ambos são considerados diferenciais.
Ressalto que atualmente alguns alunos terminam a primeira graduação com 21 anos como é o meu caso, especialistas em ensino e alguns professores avaliam que uma idade interessante para se iniciar uma pós é a partir dos 25 anos, o que abre margem para uma nova graduação ou até mesmo é um período que pode ser utilizado para sejam feitas viagens internacionais e intercâmbios, para que o domínio de outros idiomas seja aprimorado.
Por: Alexandre Coutinho
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